Design no Xadrez

Com o final da Olimpíada de xadrez 2016 em Baku, Azerbaijão, e com o aproximar do World Championship Match no mês de Novembro em Nova Iorque, Estados Unidos da América, o tema está definitivamente ao rubro.

Não só pelo meu gosto pessoal por este(a) arte/jogo/desporto em particular, mas também pelos muitos paralelismos já feitos entre o xadrez e a gestão, aqui fica um resumo de um excelente artigo que nasceu de uma entrevista a Justin Moore, CEO da Axcient e antigo jogador, sob o título: "6 Strategy Lessons From A Former Chess Prodigy Who's Now A CEO".

1. Ver todas as possibilidades futuras Este é um lugar-comum da gestão e do xadrez, a antecipação e as diversas ramificações de cada cenário possível.

2. Olhos no final do jogo Xadrez é tudo acerca de chegar ao final do jogo, podemos perder mais peças e mais valor mas no final, quem captura o rei do adversário, ganha.

3. Foco implacável Um dos maiores erros nos negócios é perder o foco, é fácil ficar distraído com o que os nossos adversários estão a fazer. Não temos que replicar cada movimento da concorrência, temos que nos questionar se essa decisão nos faz avançar em direção aos nossos objetivos ou não.

4. Murros? Avancem com eles As derrotas fazem parte da nossa bagagem e vivem connosco, mesmo nos momentos de vitória. Temos de aprender algo com cada partida e levar essas lições para partidas futuras.

5. Reconhecimento de padrões Jogar xadrez ensina-nos a reconhecer padrões. Na gestão temos de aprender a reconhecer padrões em dados estatísticos, em comportamentos de entidades externas, etc...

6. Conheça a sua equipa Um grande jogador de xadrez tem uma noção profunda do papel de cada peça no tabuleiro. Temos de conhecer os pontos fortes e fracos da nossa equipa e o papel de cada membro. Todos são importantes, e a única forma de ganhar é alavancando todas as suas capacidade como um todo.

Ficam aqui as conclusões de alguém que percorre os caminhos da Gestão e do Xadrez e nos deixa nota dos "cruzamentos" que encontrou entre as duas. Mas há muitos mais que geralmente resultam em belos trabalhos gráficos dignos de nota. Vejam-se as peças apresentas no inicio deste texto. São muitos e bons os exemplos. Aqui ficam alguns.